Há uma surpresa em cada geração.
Cada missão revela uma nova ideia.
Os lumis e as flores da ilha são imaginários. As primeiras missões usam modelos simples, com um gene e duas versões (alelos), para explorar a herança. Depois, investigamos bases do DNA, variantes e a influência do ambiente.
Em cada cruzamento, uma versão vem de cada progenitor. Sorteamos cada uma com a mesma chance. Uma probabilidade de 25% não garante um resultado em cada quatro nascimentos.
“Dominante” descreve como um alelo aparece no par: não significa melhor, mais forte ou mais comum. Muitas características reais dependem de vários genes e do ambiente.
As cores das flores ilustram dominância incompleta. Não usamos essas regras para prever características humanas.
As letras A, T, C e G representam bases do DNA; elas não são os símbolos de alelos A e a usados nas missões de antenas. As marcas 5′ e 3′ mostram que as fitas estão em sentidos opostos. Uma diferença na sequência não determina, por si só, um efeito na saúde.
Na missão de genes e ambiente, água, luz e nutrientes alteram um cenário ilustrativo. Cada ajuste reinicia uma comparação entre mudas de mesma idade e mesmo DNA inicial. As figuras não são previsões para espécies reais. Uma condição por vez permite investigar seu efeito; várias mudanças ao mesmo tempo não permitem isolar cada efeito.
Epigenética estuda modificações no DNA e nas proteínas associadas que podem regular a atividade dos genes sem mudar a sequência de bases. O ambiente pode participar desses processos. Este jogo não mede marcas epigenéticas, expressão gênica ou herança dessas marcas; mudanças no crescimento não comprovam esses mecanismos. Saiba mais: NHGRI — Epigenomics.
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